Parar e fazer uma breve reflexão da vida, das pessoas e suas relações, é inevitável pensarmos de onde viemos, onde estamos e para onde estamos indo. Nessa linha de raciocínio analisamos as relações sociais, e como é possível haver tanta desigualdade, descaso e complacência de nós mesmos para tal situação. Assim, sentimos a necessidade de nos organizar e levantarmos as bandeiras de uma sociedade igualitária e justa. Dessa forma, convidamos vocês a se organizarem conosco, dividindo sonhos e ideais.

domingo, 12 de setembro de 2010

Microaplicador de medicamento substitui injeções sem dor

Fim das injeções

Pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo tipo de microbomba que permite a criação de um novo tipo de aplicador de medicamentos, baseado em matrizes de microagulhas.
Embora os curativos medicamentosos sejam usados há décadas para liberar fármacos pela pele, o novo sistema ativo permitirá a aplicação de uma gama de medicamentos muito maior, ampliando o uso do recurso e evitando as tradicionais injeções.
Os atuais curativos “transdérmicos” têm seu uso limitado a substâncias feitas de moléculas pequenas e hidrofóbicas, que podem ser absorvidas através da pele.
É o caso, por exemplo, da nicotina, incluída nos adesivos que ajudam a parar de fumar. Recentemente, pesquisadores começaram a testar vacinas em curativos adesivos, para evitar a dor da injeção.
Curativos com remédios
“Há apenas um punhado de drogas que podem atualmente ser administradas por meio dos emplastros,” diz o Dr. Babak Ziaie, que desenvolveu a microbomba.
“A maioria dos novos medicamentos são feitos de moléculas grandes que não atravessam a pele. E um monte de drogas, como as usadas no tratamento de câncer e doenças autoimunes, não podem ser tomadas por via oral porque elas não são absorvidas pelo sangue através do sistema digestivo,” explica ele.
O novo aplicador, dotado de uma matriz de microagulhas minúsculas, é muito mais versátil, podendo aplicar uma grande quantidade de medicamentos. E, como mal penetram a pele, as microagulhas não causam dor.
“É como um curativo – você o usa e depois retira e joga fora,” disse Ziaie.

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