Diretório Acadêmico Fátima Teles(ENFERMAGEM-UEFS)
Parar e fazer uma breve reflexão da vida, das pessoas e suas relações, é inevitável pensarmos de onde viemos, onde estamos e para onde estamos indo. Nessa linha de raciocínio analisamos as relações sociais, e como é possível haver tanta desigualdade, descaso e complacência de nós mesmos para tal situação. Assim, sentimos a necessidade de nos organizar e levantarmos as bandeiras de uma sociedade igualitária e justa. Dessa forma, convidamos vocês a se organizarem conosco, dividindo sonhos e ideais.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Brasileiros desconhecem sintomas do AVC, alertam especialistas!
Acidente vascular cerebral
A cada cinco minutos, um brasileiro morre por causa de um acidente vascular cerebral (AVC), segundo dados da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com base em informações do Ministério da Saúde. São quase 100 mil mortes por ano no Brasil.
Durante o Dia Mundial de Combate ao AVC, especialistas alertaram que a maioria dos brasileiros desconhece os sintomas da doença e não procura o médico.
Na maioria dos casos, o AVC, popularmente chamado de derrame, é causado pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, impedindo o sangue de chegar a outras áreas do cérebro.
“As pessoas esperam se vão melhorar e não procuram a emergência”, alerta a integrante do Departamento de Doenças Cerebrovasculares da ABN, Sheila Martins.
Sintomas do derrame
Em 2008, uma pesquisa do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), perguntou a 800 pessoas nas ruas das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Salvador e Fortaleza quais os sintomas do AVC.
Somente 15,6% dos entrevistados sabiam o significado da sigla.
Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos entrevistados confundiu a doença com paralisia, congestão, trombose ou nervosismo.
Os sintomas de um AVC são fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, entender ou enxergar, tontura repentina e dor de cabeça muito forte sem motivo aparente.
Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Octávio Marques Pontes, o brasileiro não encara o AVC como uma doença que necessita de imediato atendimento médico, porque acha que não existe tratamento.
“A doença está presente na vida das pessoas, mas a maioria vê como sem tratamento”, disse.
Pontes informou que, desde 2001, está disponível na rede pública e privada o tratamento trombolítico, que consiste na aplicação de remédios para desobstruir a artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo, considerado o método mais eficaz.
Atendimento pós-derrame
A recomendação é que o paciente inicie o tratamento cinco horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. O atendimento rápido aumenta em 30% as chances de sobrevivência, segundo Pontes.
Um levantamento da Associção Internacional de AVC (ISS,em inglês) constatou que 15% dos pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral podem morrer ou sofrer novo problema no prazo de um ano.
Os especialistas alertam ainda que é possível prevenir o acidente vascular, desde que sejam adotados cuidados no decorrer da vida – entre eles praticar exercícios físicos, ter alimentação saudável e evitar o fumo, o consumo de álcool, além de ficar em alerta com as taxas de pressão e do colesterol.
A doença incide na população com mais de 65 anos, mas pode ocorrer em jovens e até recém-nascidos.
Tratamento para o AVC
Além da prevenção, os médicos apontam a necessidade de ampliar a rede com tratamento específico para o AVC. Atualmente, 62 hospitais públicos e privados oferecem o tratamento adequado, contra 35 em 2008, segundo a neurologista Sheila Martins. “Temos ainda muito a fazer”, alertou.
Em um ranking nacional feito pela neurologista, o Rio Grande do Sul aparece com a maior taxa de mortalidade por AVC no país – 75 mortes por 100 mil habitantes. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 68 mortes por 100 mil habitantes, seguido pelo Piauí, por Pernambuco e pelo Paraná. O cálculo é baseado em estatísticas do Ministério da Saúde de 2007.
A Organização Mundial de AVC estima que uma em cada seis pessoas no mundo terá um acidente vascular cerebral na vida.
domingo, 24 de outubro de 2010
Como manter o controle emocional?
O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.
O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.
A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.
Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.
Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.
Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.
A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.
Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.
Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.
É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.
Lidar com frustrações é sofrido e angustiante
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.
Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.
A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.
A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.
O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.
*CLÁUDIA FINAMORE
Com formação em Psicologia pela Universidade Paulista, especializou-se em Psicogeriatria na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Com formação em Psicologia pela Universidade Paulista, especializou-se em Psicogeriatria na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Pistas que anunciam um derrame
Conheça os fatores de risco que podem provocar um Acidente Vascular Cerebral
O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente chamado de derrame, é apontado como a primeira causa de morte no Brasil. Estima-se que são mais de 90 mil casos por ano. E quando não causa o óbito, o AVC deixa sequelas.
O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente chamado de derrame, é apontado como a primeira causa de morte no Brasil. Estima-se que são mais de 90 mil casos por ano. E quando não causa o óbito, o AVC deixa sequelas.
Diante disso, cientistas de diversas partes do mundo avaliaram seis mil pessoas, entre vítimas de AVC e cidadãos saudáveis, para identificar os indícios que antecedem o ataque. O objetivo é formar uma rede de proteção contra esta ameaça.
Fique atento aos fatores de risco:
Fique atento aos fatores de risco:
• Pressão alta: a hipertensão é difícil de ser identificada a olho nu, sendo o principal fator de risco para o derrame. Por isso, os médicos recomendam medir a pressão pelo menos uma vez por ano, praticar atividade física e não ingerir mais do que cinco gramas de sal por dia.
• Cigarro: ele serve de combustível para uma pane cerebral, ao possuir aproximadamente quatro substâncias nocivas à saúde, favorecer o aumento da pressão e os níveis de colesterol. • Falta de atividade física: caminhar, nadar. Independente da modalidade, o importante é praticar um exercício físico e dar adeus ao sedentarismo e junto com ele, a obesidade e as taxas de colesterol ruim.
• Níveis elevados de algumas proteínas: as apolipoproteínas do tipo A1 e B, quando identificadas no sangue, indicam a maior ou menor propensão a um infarto ou derrame.
• Gordura abdominal: a gordura que se acumula no abdômen faz com que o tecido fabrique substâncias inflamatórias, que estimulam a formação de placas que obstruem as artérias. Assim, os homens não devem ultrapassar a marca dos 102 centímetros de circunferência abdominal, e as mulheres, dos 88 centímetros.
• Diabetes: a sobrecarga de açúcar no sangue afeta a circulação sanguínea dos pés, olhos, coração e do cérebro. O distúrbio danifica todas as artérias.
• Dieta desequilibrada: um cardápio desregrado (com muito sódio e pouco cálcio, por exemplo) alimenta as alterações vasculares que semeiam o derrame.
• Doenças do coração: alguns tipos de arritmia ocasionam a formação de coágulos que podem chegar até a cabeça e obstruir uma artéria, provocando o AVC.
• Álcool em excesso: o abuso de bebidas alcoólicas prejudica as artérias.
• Estresse e depressão: a tensão diária empurra a pressão arterial para cima, além disso, os depressivos não tratados acabam se cuidando menos e praticando pouca atividade física. Suspeita-se também que um organismo sob estresse ou depressão fique mais sujeitos a processos inflamatórios.
domingo, 3 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Brasil recolhe remédio contra diabetes das farmácias
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento do medicamento Avandia, que trata o diabetes tipo 2, em todas as farmácias do país.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (29) por meio de uma resolução no Diário Oficial. A norma exige ainda o cancelamento do registro de medicamentos contendo o princípio ativo rosiglitazona, referente ao mesmo remédio, a partir de hoje.
O medicamento foi banido na Europa e sofre restrições à venda nos Estados Unidos, devido às suspeitas de que o produto provoque problemas cardiovasculares.
O FDA (agência de controle de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos) decidiu restringir fortemente o uso do remédio. O medicamento só estará disponível para novos pacientes com diabetes tipo 2, se eles não conseguirem controlar os níveis de glicose com outros métodos.
Enquanto isso, o EMEA (agência europeia de medicamentos) foi mais duro e informou que o produto não estará mais disponível na região – o órgão diz que o Avandia “deixará de estar disponível na Europa nos próximos meses”.
Estudos divulgados em junho deste ano confirmaram que o produto, fabricado pelo laboratório britânico GlaxoSmithKline (GSK), aumenta o risco de problemas cardiovasculares. As chances do problema aumentam de 28% a 39%.
Os efeitos colaterais do Avandia são alvo de controvérsia desde a publicação, em 2007, de estudos que mostravam o aumento do risco de ataque cardíaco e derrame cerebral quando o medicamento era tomado.
Os efeitos colaterais do Avandia são alvo de controvérsia desde a publicação, em 2007, de estudos que mostravam o aumento do risco de ataque cardíaco e derrame cerebral quando o medicamento era tomado.
As análises mais recentes mostraram que o remédio do laboratório britânico tem mais efeitos perigosos que seu principal concorrente, o Actos, do laboratório japonês Taketa.
Em nota, a GSK diz que “continua acreditando que Avandia é um tratamento importante para pacientes com diabetes do tipo 2 e está trabalhando junto ao FDA e a EMA para implementar as ações requeridas”.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Cientistas apontam oito sintomas mais comuns do câncer.
A pesquisa da Keele University, na cidade inglesa de Newcastle-under-Lyme, identificou oito sintomas: sangue na urina, anemia, sangramento anal, sangramento ao tossir, nódulo no seio, dificuldade para engolir, sangramento pós-menopausa e nódulo na próstata.
Segundo os cientistas, pessoas com estes sintomas têm probabilidade maior do que uma em 20 de ter algum tipo de câncer. Quanto mais cedo os pacientes identificarem a doença, maiores são as chances de um tratamento bem-sucedido.
Os cientistas analisaram os resultados de outras 25 pesquisas.
De todos os sintomas, apenas dois deles são considerados mais graves entre pessoas com menos de 55 anos: nódulos nos seios e próstata. Os demais são particularmente mais perigosos em pessoas com mais de 55 anos.
A entidade Cancer Research UK, de pesquisa sobre a doença, disse que quaisquer mudanças no corpo devem levar as pessoas a procurarem os médicos.
“Os sintomas identificados neste estudo já são sinais importantes de câncer, mas há mais de 200 tipos de câncer, com muitos sintomas diferentes”, disse um porta-voz da entidade.
“Então se houver uma mudança no corpo, é importante checar isso. Quando o câncer é diagnosticado cedo, o tratamento tem maiores chances de sucesso.
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